Morro da Pedra Branca está à venda por R$ 11 milhões

Morro da Pedra Branca

Morro da Pedra Branca está à venda por R$ 11 milhões sendo um dos maiores cartões-postais da Grande Florianópolis. A venda voltou a ganhar destaque após ter seu valor atualizado no mercado imobiliário.

Antes anunciado por R$ 5,5 milhões, o terreno agora está sendo ofertado por R$ 11 milhões, após passar por uma nova medição técnica que praticamente triplicou sua área total.

Localizado na divisa entre Palhoça e São José, o Morro da Pedra Branca é conhecido por sua imponência e importância histórica e geológica. A rocha que dá nome ao morro tem cerca de 120 milhões de anos, compondo uma paisagem única que atrai aventureiros, turistas, pesquisadores e admiradores da natureza.

Com quase 500 metros de altitude, o morro oferece vistas panorâmicas da região e é um dos pontos mais altos e fotografados dos municípios vizinhos. Além disso, sua presença imponente funciona como um marco de referência para moradores e visitantes.

O imóvel havia sido colocado à venda originalmente com 24 hectares. Porém, após uma nova análise e medição georreferenciada, sua área foi atualizada para 69 hectares — praticamente três vezes maior do que o anunciado anteriormente. Com isso, o corretor responsável reajustou o valor para R$ 11 milhões.

Embora seja uma APP (Área de Preservação Permanente), o que impede construções e parcelamento do solo, a legislação brasileira permite a comercialização da área. Isso significa que, apesar das restrições ambientais, a venda é legal, desde que o novo proprietário respeite as normas vigentes de proteção ambiental.

A matrícula é vinculada à prefeitura de Palhoça, mas toda a área pertence ao território do município de São José, o que reforça a importância administrativa e ambiental da região.

Mais do que uma oportunidade de compra, o Morro da Pedra Branca representa um patrimônio natural da Grande Florianópolis. Seu valor vai muito além do financeiro: trata-se de uma área de biodiversidade preservada, relevância geológica e grande potencial turístico sustentável.

Fonte: ND+